fbpx
Budismo

Você pode ser feliz até com seu chefe

Encontrei esse trecho do livro “A mente serena” de um dos meus mestres S.Ema. Gyalwa Dokhampa e resolvi compartilhar com você.

Veja se você se identifica.

“Para muitas pessoas, a felicidade no trabalho pode ser definitiva! Como passamos boa parte de nossa vida trabalhando, ter um bom relacionamento com os colegas pode trazer muito alívio para a mente inquieta. Isso acontece, em particular, com o gerente ou o chefe, uma relação na qual o desequilíbrio de poder nos deixa preocupados, fazendo nos sentir vulneráveis. Nunca ficamos totalmente seguros em sua presença. E quando julgamos e criticamos sua maneira de agir, nossa mente torna-se mais desequilibrada e intranquila. Sentimo-nos frustrados pelo fato de nosso chefe ter mais responsabilidades e mais dinheiro, enquanto achamos ser capazes de fazer o trabalho melhor do que ele.

Contemplar os temas do apego, projeção e apreciação, tendo em vista nosso chefe, pode nos deixar mais relaxados e felizes no trabalho. Muitas vezes nos apegamos demais às palavras dele, sejam de elogio ou crítica, e acabamos julgando nosso desempenho através de suas reações, como um barômetro. Esquecemo-nos de que há muito a ser feito quanto aos nossos próprios sentimentos e também quanto àqueles que dedicamos a nosso chefe; é necessário decidir se continuamos reagindo às pressões ou expectativas ou se seguimos felizes com o fluxo da atividade. Um dia nos sentimos agraciados por recebermos elogios, mas, no outro, ficamos arrasados quando os olhos do chefe saltam sobre um erro que cometemos. Sentimo-nos inseguros quanto à nossa real competência porque esquecemos de ser confiantes e autossuficientes em nossa aplicação a cada dia de trabalho.

É uma boa ideia lembrar que somos só seres humanos, mesmo ao trabalharmos! Somos todos especiais e, ao mesmo tempo, não somos tão especiais. É fácil nos prendermos às lutas de poder que estão presentes no ambiente de trabalho; se reconhecemos que essa situação nos deixa ansiosos ou agitados por sermos levados a competir e a nos comparar com o outro, diminuindo nossa autoconfiança, precisamos ter coragem de ousar e sermos diferentes. Observemos a batalha de egos de longe, permanecendo verdadeiros de acordo com nossa natureza interior.”

Junte-se a milhares de leitores rumo a iluminação


Isso é obrigatório.




VOCÊ GOSTARIA DE TER UM ACOMPANHAMENTO ONLINE, EM GRUPO, COM UM TUTOR, DENTRO DE UMA ESTRUTURA ORGANIZADA, PASSO A PASSO COM ENSINAMENTOS BUDISTAS DO BÁSICO AO AVANÇADO?


ESSE CONTEÚDO TE BENEFICIOU OU GEROU ALGUM VALOR? SE A RESPOSTA FOR SIM, PODEMOS PEDIR SEU APOIO?

O Sobre Budismo é um projeto sem fins lucrativos. Nossa missão é compartilhar a sabedoria dos ensinamentos do Buda, mestres e mestras contemporâneos - inspirar, confortar, apoiar e esclarecer os temas budistas aos leitores. Nossa aspiração é manter o SobreBudismo.com.br disponível para todos, inspirando e apoiando o acesso a todos os interessados, de iniciantes e simpatizantes a meditadores comprometidos. Você compartilha da nossa aspiração? Não podemos fazer isso sem o seu apoio.

O Sobre Budismo é independente, imparcial, voluntário, sem fins lucrativos e é suportado por leitores e ouvintes como você. Faça uma doação financeira e ajude a manter todo o nosso conteúdo gratuito e acessível a todos. Você ainda receberá recompensas por isso.


RECEBA NOVIDADES POR EMAIL

Para receber dicas, citações, podcasts, artigos, eventos, dicas de leitura, indicação de filmes, cursos online e presenciais, cadastre-se em nossa lista:

*Você também receberá um manual de meditação passo a passo para iniciantes no email de confirmação.

   

GRUPO TELEGRAM
Quer receber dicas, conteúdo e conhecer outros simpatizantes budistas? Entre no grupo do Telegram clicando no link:
https://t.me/sobrebudismo


Sou praticante do budismo desde 2011, quando criei o projeto Sobre Budismo. Minha missão é te ajudar a despertar sua verdadeira natureza iluminada através dos ensinamentos dos mestres, mestras e do Buda para, assim juntos, beneficiarmos todos os seres.

Deixe o seu comentário