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Você pode ser feliz até com seu chefe


By Leonardo Ota

Encontrei esse trecho do livro “A mente serena” de um dos meus mestres S.Ema. Gyalwa Dokhampa e resolvi compartilhar com você.

Veja se você se identifica.

“Para muitas pessoas, a felicidade no trabalho pode ser definitiva! Como passamos boa parte de nossa vida trabalhando, ter um bom relacionamento com os colegas pode trazer muito alívio para a mente inquieta. Isso acontece, em particular, com o gerente ou o chefe, uma relação na qual o desequilíbrio de poder nos deixa preocupados, fazendo nos sentir vulneráveis. Nunca ficamos totalmente seguros em sua presença. E quando julgamos e criticamos sua maneira de agir, nossa mente torna-se mais desequilibrada e intranquila. Sentimo-nos frustrados pelo fato de nosso chefe ter mais responsabilidades e mais dinheiro, enquanto achamos ser capazes de fazer o trabalho melhor do que ele.

Contemplar os temas do apego, projeção e apreciação, tendo em vista nosso chefe, pode nos deixar mais relaxados e felizes no trabalho. Muitas vezes nos apegamos demais às palavras dele, sejam de elogio ou crítica, e acabamos julgando nosso desempenho através de suas reações, como um barômetro. Esquecemo-nos de que há muito a ser feito quanto aos nossos próprios sentimentos e também quanto àqueles que dedicamos a nosso chefe; é necessário decidir se continuamos reagindo às pressões ou expectativas ou se seguimos felizes com o fluxo da atividade. Um dia nos sentimos agraciados por recebermos elogios, mas, no outro, ficamos arrasados quando os olhos do chefe saltam sobre um erro que cometemos. Sentimo-nos inseguros quanto à nossa real competência porque esquecemos de ser confiantes e autossuficientes em nossa aplicação a cada dia de trabalho.

É uma boa ideia lembrar que somos só seres humanos, mesmo ao trabalharmos! Somos todos especiais e, ao mesmo tempo, não somos tão especiais. É fácil nos prendermos às lutas de poder que estão presentes no ambiente de trabalho; se reconhecemos que essa situação nos deixa ansiosos ou agitados por sermos levados a competir e a nos comparar com o outro, diminuindo nossa autoconfiança, precisamos ter coragem de ousar e sermos diferentes. Observemos a batalha de egos de longe, permanecendo verdadeiros de acordo com nossa natureza interior.”

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