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  • Budismo Tibetano

    Amor essencial

    É certo que amemos uns aos outros. Mas isso não deve, de maneira alguma, ser algo imperativo ou uma obrigação.

    Muitos de nós passam a procurar essa centelha de energia invisível em relacionamentos, coisas vivas e não vivas, em experiências passadas e prospecções futuras.

    O olhar de cada um deve se voltar para onde se pode respirar o aqui e o agora e então responder: como podemos nos emancipar do ego? Amando de verdade.

    Entregar-se a esse chamamento da experiência humana é livrar-se das amarras. Assim, poderemos ser exemplos claros de amor e aspirantes da felicidade do outro.

    Um dos maiores mestres da linhagem Drukpa e Nyingma atualmente, Drubwang Tsoknyi Rinpoche, em seu livro “Coração Aberto, Mente Aberta” – lançado recentemente pela editora Lúcida Letra em território brasileiro – fala especificamente sobre esse amor essencial e seu poder desperto.

    “Em cada um de nós, há um princípio luminoso de brilho incomparável, uma natureza aberta, calorosa e destemida”.

    Para ele, aqui dentro, temos uma fonte inesgotável de amor, oferta e compreensão. Uma ferida no templo é, porventura, um buraco ou uma saída para essa luz, esse brilho, essa nova consciência surgir?