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  • Budismo Tibetano

    Amor essencial

    É certo que amemos uns aos outros. Mas isso não deve, de maneira alguma, ser algo imperativo ou uma obrigação.

    Muitos de nós passam a procurar essa centelha de energia invisível em relacionamentos, coisas vivas e não vivas, em experiências passadas e prospecções futuras.

    O olhar de cada um deve se voltar para onde se pode respirar o aqui e o agora e então responder: como podemos nos emancipar do ego? Amando de verdade.

    Entregar-se a esse chamamento da experiência humana é livrar-se das amarras. Assim, poderemos ser exemplos claros de amor e aspirantes da felicidade do outro.

    Um dos maiores mestres da linhagem Drukpa e Nyingma atualmente, Drubwang Tsoknyi Rinpoche, em seu livro “Coração Aberto, Mente Aberta” – lançado recentemente pela editora Lúcida Letra em território brasileiro – fala especificamente sobre esse amor essencial e seu poder desperto.

    “Em cada um de nós, há um princípio luminoso de brilho incomparável, uma natureza aberta, calorosa e destemida”.

    Para ele, aqui dentro, temos uma fonte inesgotável de amor, oferta e compreensão. Uma ferida no templo é, porventura, um buraco ou uma saída para essa luz, esse brilho, essa nova consciência surgir?


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  • Budismo

    Topo do mundo

    Quando alguém sobe em uma montanha, nos épicos gregos, significa que algum confronto, alguma batalha ferrenha está prestes a acontecer. É um sinal gráfico.

    É também esta uma metáfora para o enlace do que se é para o vir a ser.

    No momento em que um homem ou uma mulher sobe em um local como uma colina, ou entra numa caverna, ou se arrisca no deserto ou se funde à selva, é sinal de enfrentamento. Foi assim com Moisés, Maomé, Jesus e Buda.

    Todos eles têm em comum esse desprendimento do mundo exterior para uma autoafirmação de não serem o que, até antes da provação futura, achavam que eram.

    E todos eles da mesma forma tiveram na natureza o seu mestre-mor. O mestre, o guru não está em uma pessoa. O professor perene é o dia a dia; é a situação isolada, vivida no presente; é o entorno; é a montanha, a caverna, o deserto, a selva.

    O que, então, todos eles buscavam? Este ensinamento. Afinal, por mais que saibamos disso, a aplicação tem que ser por vias de consciência, não de mero conhecimento de tal assunto. Lançar-se ao desconhecido é, paradoxalmente, tomar as rédeas.

    É o que coloca o poeta, teólogo e jurista persa que viveu no século 13, Jalal ad-Din Muhammad Rumi em uma de suas máximas mais famosas:

    O que você procura está procurando por você.

    Às vezes, não sabemos o que estamos buscando até descobrirmos que o próprio caminho é o que tanto ansiávamos, já que nele podemos sempre estacionar no agora.


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  • Budismo Tibetano

    A empatia atravessa paredes

    A habilidade que nos faz humanos não é meramente a nossa capacidade de sentir. Ora, os animais sentem como nós: eles amam, desejam, sofrem com a perda, têm dor e morrem.

    São, portanto, seres que percebem e captam o mundo ao seu redor através dos sentidos; são seres sencientes.  Nós, humanos, somos do mesmo jeito e, por vezes, esquecemos que também nos creditamos nas fileiras biológicas do reino animal.

    O que nos difere dos demais é o nível elevado de consciência que podemos atingir, gerando sentimentos como a empatia.

    E esta é uma palavra que hoje “está na moda”. Está na boca do povo e, devido a este anestesiamento com o termo sendo usado de novo e de novo, seu significado vai perdendo igualmente sua força motriz.

    Ela, a empatia, caminha além das margens do “sentir pena” ou da solidariedade. É a extensão energética da nossa humanidade enquanto adjetivo. É quando vemos o outro como parte integrante e inseparável de nós, onde o ego não mais reside.

    “A empatia nos permite ultrapassar as diferenças e nos conectar como iguais. Isto acontece, então, atravessando diretamente as paredes que construímos ao nosso redor e nos permitindo tocar o núcleo da nossa igualdade: a capacidade de experimentar dor e alegria”.

    O mestre tibetano Ugyen Trinley Dorje, o 17º Karmapa, lançou esta ideia em seu livro “Interconectado: Abraçando a vida em nossa sociedade global” (em livre tradução para o português), pontuando que não há separação entre quem escreve e quem lê, quem nasce e quem morre, quem é pleno e quem sofre, quem acorda e quem dorme.

    Associada à compaixão, a empatia é uma das virtudes que se abre por si só. Não é possível ensiná-la em livros, ou aulas ou retiros. A empatia pode ser apenas vivenciada.


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