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  • Palavras de compaixão

    #4 – Rotina saudável & Budismo

    O que a sua rotina tem a ver com o budismo? A resposta é: TUDO!

    Se você não tem um rotina que dê suporte saudável para sua vida, você está desperdiçando seu tempo e energia.

    Se você não tem clareza de onde quer chegar e qual caminho seguir, qualquer direção serve, mas lembre-se, a vida não dura para sempre e as decisões que tomamos diariamente influenciam diretamente nos resultados que almejamos.

    A pergunta que você deve fazer é: O QUE ESTOU FAZENDO AGORA, NO MOMENTO PRESENTE E COMO TER UMA ROTINA SAUDÁVEL PARA DAR SUPORTE A MINHA PRÁTICA E A MINHA VIDA?

    Só o fato de pensar sobre isso vai te ajudar a dar os primeiros passos na direção do cuidado com sua própria vida e com o que você faz de momento a momento.

    Minha rotina e como posso te ajudar

    Vou compartilhar o que funciona na minha rotina, então você poderá pegar alguma coisa disso e adaptar para a sua.

    Costumo pensar da seguinte forma, podemos ter e ser tudo, mas sem um mínimo de saúde, não chegamos a lugar algum.

    Podemos até sermos realizados espiritualmente, mas como humanos, se nossa saúde não for boa, não teremos um corpo útil para manifestar as realizações.

    Resumindo, se não cuidarmos da nossa vida humana preciosa, que é o suporte para a manifestação do nosso corpo, fala, mente e da nossa verdadeira natureza, não vai adiantar muito ser realizado.

    Nos últimos 10 dias eu comecei a seguir uma planilha com a minha rotina e senti ser útil compartilhar com você.

    Eu marco em verde o que concluí, amarelo o que fiz pela metade e vermelho o que não fiz.

    Visualmente eu começo a ter uma clareza nos meus pontos fracos e fortes.

    Nessa imagem eu vejo claramente o que devo melhorar e o que devo continuar e deixar fluir.

    Sem essa clareza fica difícil saber o que devo trabalhar. É importante também não querer melhorar tudo de uma vez, pois fica difícil trabalhar com muitas coisas, mas para mim, esses pontos da planilha são fundamentais para ter uma rotina saudável.

    Basicamente meu foco está sendo na saúde do corpo que é a base da minha vida, espiritualidade e comunicação.

    Você precisa definir suas prioridades e ter clareza do que quer fazer, qual caminho que seguir.

    Como você pode começar a aplicar?

    1º – Sugiro primeiro que você se familiarize com alguma ferramenta para anotar seus progressos. Eu uso algumas, mas a principal é o excel do google drive, pois fica tudo na nuvem e posso acessar de qualquer lugar com internet.

    2º – Comece escolhendo 3 hábitos que você deseja desenvolver. Não comece com muitos se não você se perde.

    3º – É normal no início a gente desistir e depois voltar a usar algum método de organização, mas a chave é a consistência. Eu levei muitos anos para me acostumar com a organização de informações abstratas, hábitos, emoções.

    4º – Adapte tudo ao seu contexto, tempo, rotina. Você deve utilizar sua inteligência e proatividade para fazer dar certo para você e não copiar ou tentar ser outra pessoa, desenvolver hábitos do contexto de outra pessoa.

    5º – Confie em você e que irá dar certo, se nem você acredita em si, como os outros irão acreditar. Mudar hábitos focando no seu bem estar e de outros é virtuoso e benéfico para o mundo.

    Vida humana preciosa

    Temos essa vida, cheia de altos e baixos, mas também cheia de oportunidades.

    O que estamos fazendo com ela? Estamos desperdiçando essa rara oportunidade de gerar benefício a nós e ao mundo ou estamos aproveitando?

    Você deve se questionar, principalmente com a entrada de um novo ano.

    Reflita profundamente como anda sua vida, pergunte-se para onde quer ir, onde quer chegar, como quer ir, com quem quer ir.

    Talvez olhar para dentro seja o que você esteja precisando nesse momento para fazer da sua vida um instrumento de benefício, bem estar, paz e realização para você e o mundo.

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  • Palavras de compaixão

    #3 – A inveja nos impede de desfrutar o que temos

    A inveja é um grande problema, no entanto nos mostra que faz parte do ser humano. Precisamos olhar profundamente para ela e deixar de fingir que não temos inveja ou qualquer outra emoção aflitiva, pois quando negamos que temos essa emoção ela só aumenta dentro de nós, fazendo com que fique difícil de lidar.

    “A inveja é o pensamento que nos impede de desfrutar o que temos. No processo de nos preocuparmos e tentarmos alcançar o que os outros têm, não conseguimos nos deleitar com o que já possuímos.”

    – S. Ema. Gyalwa Dokhampa

    O problema da inveja

    Tudo surge da comparação, ou seja, quando nos comparamos com os outros deixamos de olhar para o que já temos, para todas as coisas maravilhosas que já desfrutamos como: amigos, família, objetos que nos dão conforto, nosso lar, ter uma dispensa cheia de alimentos.

    Se analisarmos com cuidado, já temos muito. Isso não quer dizer que não podemos conquistar mais, mas temos primeiro que agradecer o que já temos, apreciar isso.

    Na minha experiência

    Lembro das minhas próprias experiências e de quando me comparei com outros. Isso me fez sentir inferior e em outros momentos superior.

    Ao invés de virar o foco para o outro, por exemplo, devemos olhar para nossa própria vida.

    Se o outro conquistou posições, ou seja, coisas materiais, influência, isso tudo é devido ao mérito dele.

    “Sentimentos de inveja perturbam e inquietam a mente e são um bom sinal de que precisamos prestar mais atenção em nós mesmos do que nos outros. Qual é a fonte da insegurança que está nos fazendo invejar o outro, em vez de celebrarmos com ele e apoiá-lo?”

    – S. Ema. Gyalwa Dokhampa

    Como eu faço isso?

    Algo que percebo ser benéfico, é ficar feliz com as conquistas dos outros. Quando sinto inveja, mesmo que de alguém próximo, isso se torna uma ótima oportunidade para olhar para dentro de mim com profundidade.

    Primeiro eu aceito o fato de ter inveja, pois sou humano, essa emoção faz parte da nossa vida e o ponto chave é aceitarmos, então o simples fato de olhar para ela já faz com que perca força e nos domine.

    Mas não adianta apenas olhar para ela e entender que faz parte, precisamos aprender a lidar com ela e mudar o padrão de inveja para o de ficar feliz com as conquistas do outros.

    “É importante ter atitudes positivas com a motivação de beneficiar os outros e não sermos movidos pela inveja.”

    – S. Ema. Gyalwa Dokhampa

    4 formas práticas para lidar com a inveja. Os primeiros passos.

    1. Foque em uma hábito por vez ao invés de tentar melhorar tudo.
    2. Comece a tomar consciência da sua inveja, entenda que faz parte de ser humano, contemple e tire alguns minutos por dia para refletir sobre isso.
    3. Torne-se cada vez mais observador em relação a esse hábito negativo, pois ajuda a lidar com a inveja.
    4. Tenha continuidade nesses passos e faça esse exercício de reflexão e tomada de consciência até você conseguir trocar essa inveja pelo fato de estar feliz com as conquistas dos outros, pois isso lhe tornará uma pessoa mais disciplinada.

    Benefícios

    • Lidando com a inveja você terá uma mente serena e tranquila.
    • Será mais feliz, pois irá aprender a se alegrar com a felicidade dos outros. Algo tão raro nos dias de hoje.
    • Vai apreciar e dar valor para o que já tem, tornando-se um ser humano grato pela vida. Ser grato traz felicidade.

    Resumo

    Regozijar-nos na felicidade e nas boas qualidades dos outros é um antídoto para a inveja, em outras palavras, e permite que nossa mente relaxe e aprecie o que tem.

    Sua participação

    Comente em uma palavra, o que te deixa com mais inveja?


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  • Palavras de compaixão

    #2 – Símbolos do budismo: Os cabelos de Buda

    Existem muitos fatos interessantes e significados ocultos por trás das estátuas e cabeças de Buda.

    Isso ocorre porque a iconografia de Buda não é tipicamente destinada a representar o Buda em sua forma física, mas para representar o conhecimento e a consciência do Buda que ele adquiriu após atingir a iluminação.

    Existem muitas teorias e discussões sobre os cabelos do Buda. Mas historicamente falando, antes que o Buda Shakyamuni deixasse as riquezas e o palácio como príncipe herdeiro, ele tinha um cabelo comprido e encaracolado. “Como o cabelo é frequentemente usado como uma metáfora para a ilusão ou ignorância do ser humano, para as chamadas ervas daninhas da ignorância”, assim, cortar os cabelos implica eliminar simbolicamente a ignorância.

    O corpo e a mente devem ser mantidos limpos para alcançar o objetivo final da verdadeira compreensão.
    Assim, cortar e barbear os cabelos representam uma espécie de determinação para manter o corpo e a mente limpos e, em seguida, atingir a iluminação e salvar todos os seres.

    Claro, não sabemos realmente como era o Buda histórico, pois as primeiras estátuas de Buda e cabeças de Buda foram criadas apenas cerca de 200 anos após sua morte.


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