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  • Palavras de compaixão

    #12 – Como sair do piloto automático e ter uma vida significativa em 5 passos simples

    Você já se pegou fazendo algo de forma distraída, de qualquer jeito, no piloto automático?

    Nós, enquanto estamos comendo, olhamos o celular, quando estamos no celular, queremos comer. Essa é a maneira desatenta e automática que agimos a maior parte do tempo.

    Entrar no piloto automático nos faz viver de forma vazia, pois não aproveitamos os pequenos momentos. Eles passam desapercebidos por nós e é justamente nesses detalhes que a mágica da vida acontece.

    Quando estamos atentos ao momento presente, respirando consciente, nos abrimos a cada detalhe da vida. Uma simples xícara de chá se torna algo completo, uma oportunidade para praticarmos a plena atenção.

    Digo isso, mas, na verdade, sou muito desatento e vivo me policiando, tentando trazer minha mente para o presente através da respiração consciente. É um trabalho diário e constante, ainda mais com família, filhos, responsabilidades, casa para cuidar, problemas diários e distrações vindas de todas as partes. Fora as questões da mente, orgulho, inveja, apego, ciúmes, carências.

    Por outro lado, sei que é totalmente possível, mesmo tendo uma vida comum, com tudo isso que disse, praticar os ensinamentos do Buda, atenção plena, respiração consciente. Podemos aplicar os ensinamentos a qualquer momento.

    Quero te mostrar agora 5 passos simples, que busco praticar, para você aplicar no dia a dia, sair do piloto automático e ter uma vida mais significativa.

    1. Atenção a respiração: a primeira coisa que você deve fazer é acostumar-se com a meditação de atenção plena à respiração. Para aprender, clique no link a seguir: Como praticar a meditação da respiração.
    2. Atenção aos detalhes: apenas estando atento você poderá perceber os detalhes, os sabedores, as sensações, as cores, suas emoções, o movimento dos seus pensamentos, os lugares, as pessoas. Cada momento é único e não volta, sabendo disso, aproveitamos tudo da forma mais presente, focada e atenta possível.
    3. Esteja aberto: quando achamos que já sabemos tudo, acabamos nos fechando para novas oportunidades e aprendizados. Quanto mais nos abrimos, mais temos a chance de expandir nosso conhecimento, pontos de vista, criatividade, possibilidades e novas coisas, isso irá te ajudar a fazer novas conexões e a manter boas relações, que é o nosso próximo passo.
    4. Cultivar boas relações: certa vez, assisti a uma palestra do TED com o Doutor Robert Waldinger sobre, “do que é feita uma boa vida?”, baseado em uma pesquisa feita durante 70 anos, e mostrou que o fator chave para as pessoas chegarem ao fim da vida, bem, de forma saudável, era mantendo boas relações. Então, cultive boas relações, isso tornará sua vida mais significativa.
    5. Aceitar a si mesmo: todos temos coisas boas e ruins. Precisamos nos aceitar, perceber que manifestamos tudo, inveja, orgulho, ciúmes, apegos, mas também coisas boas, generosidade, paciência, amorosidade, empatia. Aceitar que em nossa condição humana, podemos manifestar tudo isso, é fundamental para reduzir nossa culpa e autojulgamento. Também precisamos buscar melhorar diariamente lado negativo para melhorarmos a cada dia. Isso nos ajudará a ter uma vida com sentido.

    Praticando esses 5 passos simples, você poderá sair do piloto automático e ter uma vida mais significativa aproveitando todos os detalhes que ela tem a oferecer. Como tudo passa e é impermanente, podemos viver e aproveitar cada detalhe como se fosse o último. Já pensou ficar velhinha(o) e quando chegar no fim, perceber que desperdiçou a dádiva de cada momento?


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  • Palavras de compaixão

    #11 – 4 passos para praticar atenção plena em qualquer experiência do dia a dia

    Quando estou lavando louça, organizando uma gaveta ou praticando caligrafia sagrada tibetana, tento praticar atenção plena. Nem sempre consigo, mas é uma busca diária.

    Muitos acreditam que os ensinamentos budistas são complexos ou difíceis de serem aplicados e só Monges, Lamas, Mestres ou Gurus conseguem, na verdade, o Dharma (ensinamentos) do Buda podem ser praticados por qualquer pessoa.

    Tudo começa pela respiração

    Como o grande mestre Vietnamita, Thich Nhat Hanh, explica:

    “Enquanto inspira, você pode se conectar ao seu corpo. Traga sua mente de volta para a casa do seu corpo e lembre-se que tem um corpo”
    – Thich Nhat Hanh

    Na minha experiência, faço da seguinte forma, vamos supor que eu esteja praticando caligrafia sagrada tibetana:

    1. Quando estou fazendo cada traço com o pincel, começo relaxando e focando na respiração, nas sensações do meu corpo, no toque da minha mão no papel, da tinta passando pela superfície, vou sentindo tudo e respirando naturalmente;
    2. Depois ao executar um movimento, permaneço com o corpo quieto, continuo respirando naturalmente e relaxando;
    3. Por fim, mantenho o foco da minha atenção na minha inspiração e isso traz vivacidade para a minha mente.

    “Inspirando, estou atento ao meu corpo como um todo. Expirando, estou atento ao meu corpo como um todo”
    – Thich Nhat Hanh

    Agora vou te mostrar 4 passos simples e práticos para você aplicar atenção plena no seu dia a dia.

    1. Relaxamento: inicie qualquer atividade focando nas sensações do corpo, no contato com a superfície que você estiver, cadeira, chão, cama, qualquer lugar, vá respirando naturalmente e relaxando.
    2. Movimente-se com atenção: procure, ao executar uma tarefa, movimentar-se de forma atenta a cada instante, perceba todos os movimentos que você faz com os braços, pernas, tronco, o ambiente ao seu redor.
    3. Vivacidade: se sua mente estiver letárgica ou cansada, foque na inspiração, pois isso ajudará a manter sua mente mais atenta e alerta. Já, se sua mente estiver agitada ou ansiosa, mantenha sua atenção expiração, vá soltando todas as tenções e continue respirando naturalmente.
    4. Recordar: a chave é recordar-se o tempo todo da respiração, mas de forma consciente, prestar atenção na entrada e saída do ar pelas narinas, nos seus movimentos, no ambiente, estar atento o tempo todo e alerta. Pratique isso sempre que se lembrar, no trânsito, sentado, comendo, trabalhando, lembre-se vez após vez.

    “Quando você está presente e concentrado(a), você pode entrar em contato profundo com as maravilhas dentro de si e à sua volta.”
    – Thich Nhat Hanh

    Você pode aplicar esses 3 passos em todas as experiências do dia a dia, pois quando fazemos tudo com atenção plena, presentes, conscientes, aproveitando cada momento, temos mais gratidão, felicidade e contentamento pela vida.

    Me conte, quais são as atividades que você mais se distrai no dia a dia?


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  • Palavras de compaixão

    #10 – Meditação para trabalhar com as emoções

    Quando meditamos, estamos treinando a mente para reconhecer e aceitar as experiências do momento presente, gentilmente e sem julgamento. Isso inclui emoções de todas as descrições e, portanto, reconhecer e trabalhar com emoções é uma parte essencial do treinamento em meditação.

    Muitas pessoas se interessam pela meditação devido a sentimentos indesejáveis ​​de estresse, tristeza, ciúme, raiva, ressentimento e assim por diante. De fato, somos repetidamente levados a evitar emoções desagradáveis ​​e nos apegar a agradáveis. O Buda ensinou que nossa fixação em estados emocionais é uma fonte de sofrimento. Compreender como as emoções funcionam, o que produzem e como trabalhar com elas pode levar ao bem-estar e à liberdade.

    Na meditação, cria-se uma distância vigilante e atenta entre quaisquer emoções que surgem e nossa tendência a compreendê-las, rejeitá-las ou ignorá-las.

    Outra forma de meditar

    Em algumas formas de meditação, a consciência das emoções pode ser usada ativamente para obter uma visão direta de sua natureza e da natureza da mente que as produz, ou para promover a compaixão e uma experiência de interconexão. Na meditação sobre a bondade “metta“, a consciência e boa vontade são usadas para gerar aspirações sinceras de paz e bem-estar, tanto para nós mesmos quanto para os inúmeros seres que compartilham nosso mundo.

    Na prática

    Concentrar-se na respiração, por exemplo, estabelece as bases da estabilidade mental que apóia essa vigilância. Ou podemos observar as sensações físicas que acompanham as emoções, em vez de permitir que nossa mente seja envolvida nas histórias que as emoções provocam.

    Ou seja, treine sua mente focando na respiração até ganhar a capacidade de não se identificar com as emoções e sentimento.

    Não é uma tarefa simples, muito menos fácil, mas com a prática da meditação de respiração consciente, é possível chegar lá.

    Um passo a passo simples de aplicar

    1. Reserve alguns minutos todos os dias, comece com 3 minutos e vá aumentando aos poucos.
    2. Ao parar, respire conscientemente focando na respiração ou nas sensações do corpo e não se identificando com as emoções. No início não é fácil, mas seja paciente e constante. A persistência é a chave.
    3. Se não conseguir meditar um dia, não desanime, volte no dia seguinte.
    4. Você poderá fazer isso não apenas na sua almofada de meditação, ou em momentos específicos, mas também no intervalo do trabalho, antes de dormir ou em qualquer situação que seja possível parar por alguns minutos.
    5. Se sua prioridade for seu bem estar mental e corporal, não invente desculpas e tenha a prática como sua prioridade diária. Se você não estiver bem, não poderá cuidar de você e muito menos dos outros que ama ou aprecia.

    Vamos praticar?

    Texto inspirado no artigo do site Tricycle.


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