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  • Palavras de compaixão

    #10 – Meditação para trabalhar com as emoções

    Quando meditamos, estamos treinando a mente para reconhecer e aceitar as experiências do momento presente, gentilmente e sem julgamento. Isso inclui emoções de todas as descrições e, portanto, reconhecer e trabalhar com emoções é uma parte essencial do treinamento em meditação.

    Muitas pessoas se interessam pela meditação devido a sentimentos indesejáveis ​​de estresse, tristeza, ciúme, raiva, ressentimento e assim por diante. De fato, somos repetidamente levados a evitar emoções desagradáveis ​​e nos apegar a agradáveis. O Buda ensinou que nossa fixação em estados emocionais é uma fonte de sofrimento. Compreender como as emoções funcionam, o que produzem e como trabalhar com elas pode levar ao bem-estar e à liberdade.

    Na meditação, cria-se uma distância vigilante e atenta entre quaisquer emoções que surgem e nossa tendência a compreendê-las, rejeitá-las ou ignorá-las.

    Outra forma de meditar

    Em algumas formas de meditação, a consciência das emoções pode ser usada ativamente para obter uma visão direta de sua natureza e da natureza da mente que as produz, ou para promover a compaixão e uma experiência de interconexão. Na meditação sobre a bondade “metta“, a consciência e boa vontade são usadas para gerar aspirações sinceras de paz e bem-estar, tanto para nós mesmos quanto para os inúmeros seres que compartilham nosso mundo.

    Na prática

    Concentrar-se na respiração, por exemplo, estabelece as bases da estabilidade mental que apóia essa vigilância. Ou podemos observar as sensações físicas que acompanham as emoções, em vez de permitir que nossa mente seja envolvida nas histórias que as emoções provocam.

    Ou seja, treine sua mente focando na respiração até ganhar a capacidade de não se identificar com as emoções e sentimento.

    Não é uma tarefa simples, muito menos fácil, mas com a prática da meditação de respiração consciente, é possível chegar lá.

    Um passo a passo simples de aplicar

    1. Reserve alguns minutos todos os dias, comece com 3 minutos e vá aumentando aos poucos.
    2. Ao parar, respire conscientemente focando na respiração ou nas sensações do corpo e não se identificando com as emoções. No início não é fácil, mas seja paciente e constante. A persistência é a chave.
    3. Se não conseguir meditar um dia, não desanime, volte no dia seguinte.
    4. Você poderá fazer isso não apenas na sua almofada de meditação, ou em momentos específicos, mas também no intervalo do trabalho, antes de dormir ou em qualquer situação que seja possível parar por alguns minutos.
    5. Se sua prioridade for seu bem estar mental e corporal, não invente desculpas e tenha a prática como sua prioridade diária. Se você não estiver bem, não poderá cuidar de você e muito menos dos outros que ama ou aprecia.

    Vamos praticar?

    Texto inspirado no artigo do site Tricycle.


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  • Palavras de compaixão

    #9 – Duas perguntas para aprender a lidar com o medo

    Perguntaram a nossa querida mestra Jetsunma Tenzin Palmo: Quando medito, às vezes vejo esse vazio e fico com medo. O que posso fazer a respeito disso?

    Resposta

    Não acho que seja ruim experimentar o medo. É bastante comum sentir medo quando meditamos. É o ego que está com medo de morrer. E ele está certo por ter medo porque ele vai morrer.

    O ego teme que seus jogos sejam descobertos por isso entra em pânico. Quando estamos na crista de algum novo entendimento, ele sempre entra em pânico. Mas esse pânico não é algo ruim.

    Em vez de seguir o pânico, tendo um chilique ou o que seja, podemos tentar ficar presentes no momento com aquele pânico, com uma mente muito compassiva e gentil, permitindo que o medo surja, reconhecendo, aceitando e ficando com ele.

    O importante é não tentar nos dis- trairmos dele. É natural querermos fazer alguma coisa para distrair nossa mente do medo. Mas, sempre que fazemos isso, estamos nos configurando para passar por experiências semelhantes mais vezes.

    É melhor apenas sentar em silêncio e tentar encarar o medo. Pergunte de onde ele vem e quem está com medo. Essa é uma grande pergunta a fazer se você tem medo.

    Minha experiência

    Lembro-me de algumas vezes estar de frente com emoções negativas e de querer sair correndo ou me distrair ou entreter com algo para fugir do desconforto de encarar aquilo que estava sentindo.

    Esse é o nosso primeiro impulso quando estamos sofrendo por algo, correr.

    Mas ao fazer isso, como a iluminada Jetsunma Tenzin Palmo disse, você acaba gerando o hábito de levar aquela mesma forma de lidar com os problemas para outras situações.

    Na minha experiência a melhor forma de aplicar esse ensinamento é olhar diretamente para o que está causando desconforto naquele momento.

    Fique um pouco só se possível, observe com gentileza o que você está sentindo, seja bondoso com seu desconforto.

    Se você correr dele, será pior, pois só fará com que fique escondido e aumentando com o passar do tempo.

    Ao olhar para o seu sofrimento com coragem, sei que não é fácil, mas é possível, você aprenderá a lidar com o que quer que surja dentro de você.

    Essa é uma prática muito sutil e poderosa. Vamos aplicar os ensinamentos desses grandes mestres.

    As duas perguntas chaves

    1 – DE ONDE VEM ESSE [SENTIMENTO, SOFRIMENTO, DESCONFORTO]

    2 – QUEM ESTÁ EXPERIMENTANDO ISSO?

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  • Palavras de compaixão

    #8 – Essa é umas das melhores formas de acalmar a mente estressada

    Uma das melhores formas de acalmar a mente estressada é através do corpo. Da mesma forma que o estresse afeta o corpo de forma negativa, é possível usá-lo para reduzir o estresse a níveis saudáveis.

    Sempre é melhor treinarmos a mente antes que chegue um momento de crise. Uma vez que nossas mentes são profundamente influenciadas pelos sentidos (o que ouvimos, tocamos e assim por diante), caso o estresse atinja um nível de crise, é recomendável que nos retiremos fisicamente do ambiente em questão.

    Isso não significa fugirmos da situação. Pelo contrário, é nos separarmos do ambiente perturbador para, num ambiente pacífico e com as ferramentas da meditação, sermos capazes de ver a situação de forma clara, sem ficarmos cegos pelas emoções ou pelo desconforto físico. Num ambiente mais relaxado é muito mais fácil encontrarmos uma solução para nossos problemas no espaço do estado natural da mente, com compaixão e compreensão.

    Prática para reduzir o estresse

    Com relação à postura, há sete elementos a serem considerados:

    1. De pernas cruzadas, com a perna esquerda para dentro.

    2. A espinha ereta, como uma pilha de moedas.

    3. Ombros endireitados, como as asas de uma águia.

    4. Pescoço ligeiramente inclinado.

    5. Olhos abertos, focados e dirigidos para baixo, cerca de um metro à frente.

    6. A boca entreaberta, com a ponta da língua tocando o palato duro no céu da boca.

    7. Mãos no colo, com a palma direita sobre a esquerda, com os polegares se tocando gentilmente.

    Na meditação da respiração, mantenha a postura ereta e siga a sequência abaixo descrita:

    1. Feche gentilmente a narina direita com um dedo, e faça uma inspiração longa e profunda pela narina esquerda.

    2. No fim da inspiração, prenda a respiração por alguns segundos.

    3. Feche a narina esquerda, abra a direita e expire por ela. 4. Depois inspire pela narina direita, mantendo a esquerda fechada. Prenda a respiração no fim da inspiração e, então, expire pela narina esquerda.

    5. Em seguida, inspire gentilmente pelas duas narinas ao mesmo tempo. Expire com alguma força, para expelir o máximo de ar.

    Ensinamentos por S. Ema. Gyalwa Dokhampa do livro A mente serena


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