fbpx
  • Budismo no dia a dia

    É ASSIM QUE O BUDISMO TE AJUDARÁ A RESOLVER TODOS OS SEUS PROBLEMAS

    Todos nós temos problemas na vida.

    Alguns mais outros menos.

    Alguns de nós temos problemas graves e geralmente ficamos perdidos sobre como resolvê-los.

    Eu sou bem “casquinha de ovo”, pois quando falam mal do que estou fazendo, não aceito, fico indignado ao receber críticas, meu ego fica ferido.

    As vezes me pergunto que tipo de praticante budista sou para me comportar assim, mas como ainda não sou Buda, aceito essa condição e busco melhorar a cada dia.

    O problema de tudo isso é que não olhamos em profundidade para dentro de nós.

    Ficamos só no razo, e fugimos de nós mesmos quando temos que nos encarar.

    Quando os problemas acontecem, fugimos.

    Vamos assistir séries, assistir TV, ligamos e enchemos os ouvidos dos nosso amigos com os nossos problemas, mas não fazemos o que deveríamos fazer: olhar em profundidade para dentro de nós.

    Além disso temos mais um problema, olhamos para o lugar errado.

    Não olhamos para a raiz do problema, mas apenas para seu efeito. Explico.

    Quando discutimos com alguém e sentimos raiva pensamos que a culpa pelo que sentimos é do outro lá fora.

    Quando alguém diz uma mentira sobre nós, ficamos tristes e achamos que a culpa é do outro.

    Não olhamos para a raiz do problema que é nosso ORGULHO, APEGO, RAIVA…

    Se você quer que uma árvore não dê mais frutos ruins, você deve cortar sua raiz ao invés de tentar remediar o fruto podre.

    Como o Budismo pode nos ajudar com isso?

    O método budista é simples, mas difícil quando iniciamos, pois gera muito desconforto, nos tira da zona tranquila que estamos.

    Esse local que estamos agora é justamente o que nos faz sofrer, pois se todos estivessem bem, não haveria necessidade de um método para acordar, para despertar das ilusões como o Budismo.

    Um dos métodos mais poderosos é o ZAZEN.

    ZA significa SENTADO e ZEN significa MEDITAÇÃO, então ZAZEN significa Meditação sentada.

    Por que essa meditação, que foi praticada por Buda, é tão poderosa?

    Ela nos ajuda a olhar para a raiz de todos os nossos problemas NOSSA MENTE.

    Está tudo lá, todas as soluções e todos os problemas. Ela é a raiz de tudo.

    Estamos aprendendo a permanecer aqui e agora e o mais importante, estamos aprendendo a olhar as coisas TAL COMO SÃO.

    É uma jornada longa e solitária, pois é você com sua prática. Mesmo em Sangha, você terá que lidar com seus conteúdos internos sozinho.

    Quando você começa a realmente olhar em profundidade para dentro de si e vê toda a bagunça, é ai que a brincadeira começa.

    COMENTE, o que você mais se identificou no texto?

  • Budismo no dia a dia

    É isso que as pessoas que te fazem sofrer merecem

    “Se alguém lhe causou muita dor, talvez você nem queira mais olhar para essa pessoa ou estar no mesmo ambiente que ela, pois vai sofrer.

    Com consciência, você pode entender seu próprio sofrimento e reconhecer o sofrimento no outro.

    Talvez consiga até mesmo entender que a razão pela qual aquela pessoa sofre tanto é por não saber lidar com o sofrimento.

    TODAS as escolas budistas tradicionais em um só lugar:
    https://tutoriasobrebudismo.com.br

    Seu sofrimento está transbordando, e você é a sua vítima.

    Talvez a outra pessoa não queira fazer você sofrer, mas ela não conhece outro caminho.

    Ela não consegue entender e transformar seu sofrimento e, então, ela faz as pessoas à sua volta sofrerem também, mesmo se essa não for a sua intenção.

    Como ela sofre, você sofre.

    Ela não precisa de punição; ela precisa de ajuda.”

    Ensinamentos por Thich Nhat Hanh

  • Budismo no dia a dia

    O fim do sofrimento

    “Por favor, pergunte a si mesmo:

    “O que nutre minha alegria?

    O que nutre alegria nos outros?

    Será que estou nutrindo suficientemente a alegria que existe em mim e nos outros?”

    TODAS as escolas budistas tradicionais em um só lugar:
    https://tutoriasobrebudismo.com.br

    Estes questionamentos dizem respeito à Terceira Nobre Verdade.

    O fim do sofrimento – o bem-estar – está disponível se você souber desfrutar as joias preciosas que você já dispõe.

    Você tem olhos que podem ver, pulmões que podem respirar, pernas que podem andar e lábios que podem sorrir.

    Quando estiver sofrendo, examine profundamente sua situação e encontre as condições de felicidade já existentes e disponíveis.”

    Ensinamentos por Thich Nhat Hanh

  • Terra Pura

    O que é o Budismo Shin da Terra Pura?

    “O Shin Budismo da Terra Pura, ou Jodo Shinshu em japonês, é  conhecido por “a verdadeira essência dos ensinamentos da Terra Pura”.

    É um caminho da liberação do sofrimento para um vida do despertar baseado no ensinamento, prática e realização.

    O ensinamento é a semente que faz crescer em nós a confiança no Voto do Buda em libertar todos os seres do sofrimento. A prática se refere às ações que os ensinamentos nos sugerem.

    A realização é o despertar em nós do anseio de ir nascer na Terra Pura, o nirvana, que nos leva à mente da grande compaixão do Buda.

    Todas as escolas budistas tradicionais em um só lugar:
    https://tutoriasobrebudismo.com.br

    Shinran Shonin (1173-1262), o fundador do Shin Budismo, não pretendia iniciar uma nova escola ou instaurar uma nova religião. Quando ele fala em verdadeiro ensinamento, alinha-se com os ensinamentos de Mestres eminentes da Índia, China e Japão, ao mesmo templo que estabelece um diálogo profundo e criativo com eles, iluminando, de um prisma pessoal, o que considera ser a linhagem espiritual do Budismo da Terra Pura, chamada por ele de “Caminho Fácil”.

    Após 20 anos de tentativas frustradas no Mosteiro de Monte Hiei, Shinran encontra Honen e entra em contato com os fundamentos essenciais do Buda Gautama e do Budismo Mahayana, o Nembutsu, a recitação do Nome do Buda Amida, dirigida às  “pessoas comuns”, todos nós que vivemos na base da sociedade, os chamados leigos.

    “Caminho Fácil” do Nembutsu é diferente de “simplista”. Ao contrário, dizer o Nome desdobra-se num aprofundamento progressivo da nossa consciência em consciência do Voto do Buda Amida.

    A sabedoria desse ensinamento consiste em saber como é difícil a nós, seres humanos, resistir ao nosso egocentrismo, que destrói o tecido dos relacionamentos humanos, destroça a nossa vida e irrompe em raiva, inveja e ignorância até chegar à situação extrema dos conflitos e das guerras.

    O ensinamento nos mostra que mesmo com essas limitações, a vida pura de Amida chega até a nós, pouco a pouco, até que nos transformemos na pura luz brilhante Terra Pura.

    O extraordinário do caminho do Shin Budismo é que não requer que ninguém se torne sábio ou perfeito. É como a imagem da flor de lótus que emerge no lamaçal do lodo.

    Como essa flor, a mente-coração concentrada em Buda Amida, também floresce a partir do reconhecimento das nossas limitações e imperfeições. Tal reconhecimento nos traz uma grande alegria.”

    Referência: Templo Budista Shin da Terra Pura de Brasília

  • Theravada

    3 práticas para desapegar, segundo o Budismo Theravada

    No artigo anterior, trouxemos os ensinamentos sobre os tipos de apego.

    Nesse traremos o que precisamos fazer para de fato nos desapegarmos.

    “Assim, adotar a (1) prática da compaixão, (2) adotar a prática dos cinco preceitos, ou os preceitos maiores de um monge ou monja, e (3) adotar a prática da meditação – essas não são práticas anti-Budistas e é maldoso desencorajá-las classificando-as como ‘apegos’.

    TODAS AS ESCOLAS BUDISTAS EM UM SÓ LUGAR:
    https://tutoriasobrebudismo.com.br

    (1) Observar os cinco preceitos é, de fato, o desapego dos desejos mais grosseiros como a paixão, cobiça e violência.

    (2) Praticar a compaixão é o desapego do egocentrismo, e (3) praticar a meditação é abrir mão do passado, do futuro, dos pensamentos e muito mais.

    A realização dos Jhanas é nada mais que o desapego do mundo dos cinco sentidos para obter acesso à mente. 

    Nibbana é abrir mão de uma vez por todas da cobiça, da raiva e da delusão, as sementes do renascimento.

    parinibbana é o movimento final de abrir mão do corpo e da mente (os cinco khandhas).

    É errado sugerir que qualquer um desses estágios de abrir mão são a mesma coisa que o apego.”

    Ensinamentos por Ajaan Brahmavamso

    Comente, faz sentido para você?

  • Theravada

    Os 4 tipos de apegos segundo a tradição do Budismo Theravada

    O caminho de Buda é como uma escada. Agarramos o degrau acima e abrimos mão do degrau abaixo para puxar-nos para cima. 

    “A palavra em questão em pali é upadana, que significa literalmente ‘agarrar algo’.

    É comumente utilizada para indicar o ‘combustível’ que sustenta um processo, tal como o óleo de uma lâmpada ser o combustível/upadana para a chama. 

    Upadana está relacionado ao desejo (tanha).

    TODAS as escolas budistas tradicionais em um só lugar:
    https://tutoriasobrebudismo.com.br

    Por exemplo, tanha seria estender a mão para uma deliciosa xícara de café, upadana seria pegar a xícara.

    Muito embora pensamos que podemos facilmente soltar da xícara de café pois a mão não está colada nela, ainda assim é upadana.

    Nós a pegamos. Nós a seguramos.

    Felizmente nem todo tipo de apego é anti-Budista.

    4 tipos de apegos no Budismo

    O Buda especificou apenas quatro grupos de upadana: ‘apego’ aos cinco sentidos, ‘apego’ a idéias incorretas, ‘apego’ à idéia de que a libertação pode ser alcançada simplesmente através de preceitos e rituais, e ‘apego’ à idéia da existência de um ‘eu’.

    Há muitas outras coisas que podem ser ‘agarradas’ ou pelas quais pode haver apego, mas o ponto é que apenas esses quatro grupos conduzem a uma nova manifestação karmica, apenas esses quatro são o combustível para uma existência futura e mais sofrimento, apenas esses quatro devem ser evitados.

    Assim, adotar a prática da compaixão, adotar a prática dos cinco preceitos, ou os preceitos maiores de um monge ou monja, e adotar a prática da meditação – essas não são práticas anti-Budistas e é maldoso desencorajá-las classificando-as como ‘apegos’. 

    4 práticas para o desapego

    Observar os cinco preceitos é, de fato, o desapego dos desejos mais grosseiros como a paixão, cobiça e violência.

    Praticar a compaixão é o desapego do egocentrismo, e praticar a meditação é abrir mão do passado, do futuro, dos pensamentos e muito mais.

    A realização dos Jhanas é nada mais que o desapego do mundo dos cinco sentidos para obter acesso à mente. 

    Nibbana é abrir mão de uma vez por todas da cobiça, da raiva e da delusão, as sementes do renascimento.

    parinibbana é o movimento final de abrir mão do corpo e da mente (os cinco khandhas).

    É errado sugerir que qualquer um desses estágios de abrir mão são a mesma coisa que o apego.

    O caminho é como uma escada. Agarramos o degrau acima e abrimos mão do degrau abaixo para puxar-nos para cima. 

    Portanto, não se deixem influenciar por bem intencionados, mas mal informados Budistas novatos que interpretam upadana/apego de forma completamente equivocada. Apeguem-se sem medo aos seus preceitos, ao seu objeto de meditação e ao caminho, pois este conduz a Nibbana.”

    Ensinamentos pelo mestre Theravada: Ajaan Brahmavamso

  • Budismo no dia a dia

    Dicas budistas sobre o desapego

    Quer começar no Budismo do ZERO, mas não sabe por onde?
    https://tutoriasobrebudismo.com.br

    Muitas pessoas se apegam ao passado ou ao futuro, negligenciando o importante presente.

    Devemos viver o melhor “agora”, com plena responsabilidade.

    Quando o sol brilha, desfrute-o;

    quando a chuva cai, desfrute-a.

    Todas as coisas nesta vida – deixe que venham e deixe que se vão.

    Este é um segredo da vida que nos impede de ficar aborrecidos ou neuróticos.

    Buda disse que todas as coisas na vida e no mundo estão em constante mutação; por isso, não se torne apegado a elas.

    Trecho extraído do livro ”’Budismo Essencial” de Gyomay Kubose. 

  • Theravada

    A meditação é mesmo necessária para atingir a iluminação?

    Quer dar os primeiros passos no Budismo? https://tutoriasobrebudismo.com.br/

    Primeiro veja significado do termo usado no ensinamento a seguir

    Como o ensinamento possui muitas referências a palavra em Pali Joana, veja o significado dessa palavra:. A tradução mais comum para Jhana é Meditação, mas veja o termo de forma mais completa:

    Jhana (Skt. dhyana): absorção mental. Se refere principalmente às quatro realizações meditativas da matéria sutil, assim chamadas devido à característica do objeto empregado para o desenvolvimento da concentração.

    Essas realizações são caracterizadas por uma forte concentração num único objeto acompanhada da suspensão temporária dos cinco obstáculos, (nivarana) e da suspensão temporária das atividades nos sentidos.

    Esse estado de consciência no entanto é acompanhado por perfeita lucidez e clareza mental.

    O primeiro jhana é acompanhado e caracterizado pela presença de cinco fatores mentais: vitakka (pensamento aplicado), vicara (pensamento sustentado), piti (êxtase), sukha (felicidade), e ekaggatarammana (unicidade mental).

    Nos comentários as realizações meditativas imateriais também são chamadas de jhanas imateriais.

    Isso no entanto não ocorre nos suttas. Esses estados são chamados de imateriais devido à caracteristica do objeto empregado para a concentração.

    Agora vamos ao ensinamento

    “No mundo Budista de hoje há muita discussão entre os meditadores sobre a relevância de jhana.

    A primeira pergunta geralmente feita: “É necessário primeiro experimentar jhana para tornar-se plenamente iluminado (arahant), ou será possível realizar o objetivo supremo, sem qualquer experiência de jhana?” 

    Quem faz essa pergunta geralmente são aqueles que ainda não experimentaram jhana.

    É difícil fazer aquilo que é necessário para experimentar jhana; por isso a maioria das pessoas fazem essa pergunta querendo ouvir que jhana não é essencial.

    Elas querem ouvir que a sua inabilidade não é um obstáculo. Elas querem um acesso rápido e fácil a nibbana.

    Essas pessoas ficarão satisfeitas, e até mesmo inspiradas, por algum professor que lhes diga o que elas querem ouvir de qualquer jeito – que esses estados de jhana são desnecessários – e elas irão seguir esses ensinamentos, porque é conveniente.

    Infelizmente, a verdade raramente é conveniente, e raramente está de acordo com o que queremos ouvir.

    Uma vez que a completa iluminação seja atingida e que todos os apegos tenham sido removidos, então o processo de abrir mão e penetrar os jhanas se torna tão natural como uma folha que cai de uma árvore até o chão.

    Na verdade, a habilidade que alguém tenha para o abandono e experimentar jhana, é uma medida de sua verdadeira compreensão do Dhamma, e da conseqüente ausência de apego.”

    Ensinamentos por Ajaan Brahmavamso

  • Budismo

    Será que tudo é sofrimento?

    “Buda somente quer que nós reconheçamos o sofrimento quando o mesmo estiver presente

    Quer começar no Budismo do ZERO, mas não sabe por onde iniciar?
    https://tutoriasobrebudismo.com.br/os-primeiros-passos-no-budismo

    Se não estivermos atentos à forma como praticamos, podemos ficar propensos a transformar as palavras do nosso professor numa doutrina ou ideologia.

    Como Buda disse que a Primeira Nobre Verdade é o sofrimento, muitos bons alunos dele usaram suas habilidades para provar que, na Terra, tudo é sofrimento.

    A teoria dos Três Tipos de Sofrimento foi uma dessas tentativas.

    Não é um ensinamento de Buda.

    O primeiro tipo de sofrimento é “a dor do sofrimento” (dukkha dukkhata), o sofrimento associado a sentimentos desagradáveis, como a dor de dente, a dor de perder a calma, ou a dor de sentir muito frio num dia de inverno.

    O segundo tipo de sofrimento é “o sofrimento de coisas compostas” (samskara dukkhata).

    Tudo o que se junta tem que, eventualmente, se separar; portanto, todos os fenômenos compostos são descritos como sendo sofrimento.

    Mesmo aqueles fenômenos que ainda não se decompuseram, como as montanhas, os rios e o sol, são vistos como sofrimento, pois irão eventualmente se decompor um dia e causar sofrimento.

    Quando você acredita que todo fenômeno composto é sofrimento, como pode encontrar alegria?

    O terceiro é “o sofrimento associado à mudança” (viparinama dukkhata).

    O nosso fígado pode estar hoje em boas condições, mas quando envelhecer vai nos causar sofrimento.

    Sendo assim, não há motivo para celebrar a alegria, uma vez que, mais cedo ou mais tarde, a mesma se transformará em sofrimento.

    O sofrimento é uma nuvem negra a envolver tudo.

    Alegria é uma ilusão. Somente o sofrimento é real.

    Ao lermos isso, poderíamos pensar que Buda estivesse nos oferecendo a teoria de que “todos os fenômenos são sofrimento”, que devemos prová-la em nossa vida diária.

    Mas em outras partes dos mesmos sutras, está dito que Buda somente quer que nós reconheçamos o sofrimento quando o mesmo estiver presente, e que reconheçamos a alegria quando o sofrimento estiver ausente.

    Thich Nhat Hanh. A Essência dos ensinamentos de Buda (pp. 29-30).

  • Zen

    Porque você repete e repete os mesmos erros há anos?

    A vitória de Buda é livrar-se da repetição, porque a repetição que é o aprisionamento.

    – Monge Genshō

    Quer começar no Budismo do ZERO, mas não sabe por onde?
    https://tutoriasobrebudismo.com.br

    “Você é um ser humano, você vive a vida do ser humano e de desejos humanos.

    Gosta de comida, gosta de sexo, desenvolve uma determinada orientação sexual qualquer, que você reforça à medida que a pratica.

    E qual é a natureza desse ser que você é quando morre? Onde você vai se manifestar?

    Se você quer comida, sexo, dinheiro, você quer amores, para onde você vai?

    Para o mundo humano. Então, você nasce aqui de novo, tudo igualzinho, começa tudo de novo e repete. Vive aquela vida de novo e repete aquela vida de novo.

    Todos nós que estamos aqui somos repetidores de vidas humanas. Por isso a vitória de Buda não é ir para um paraíso.

    A vitória de Buda é livrar-se da repetição, porque a repetição que é o aprisionamento.

    Você não se flagra vivendo um verdadeiro castigo de repetições, porque você se esquece da vida anterior. Mas você só repete, repete, repete, sem fim”

    Trecho de uma palestra por Monge Genshô