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    #135 – 11 maneiras de ajudar os outros e ter uma vida significativa

    #135 – 11 maneiras de ajudar os outros e ter uma vida significativa

     
     
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    11 maneiras de ajudar os outros e ter uma vida significativa

    Texto do professor Alex Berzin.

    1. Cuidar dos que Estão Sofrendo

    Precisamos cuidar dos doentes, dos inválidos e daqueles que sentem dor. Se virmos alguém em dificuldade, temos que intervir e compartilhar de seu fardo.

    2. Orientar os Que Estão Confusos em Relação a Como se Ajudar

    Às pessoas que estão confusas em relação a como se ajudar, podemos oferecer um conselho, se nos pedirem, ou ao menos um ouvido que as ouça. Se o nosso cachorro ou gato estiver preso em um quarto, abrimos a porta para deixá-lo sair. Aplicamos essa orientação até mesmo quando uma mosca estiver voando perto da janela. A mosca não quer ficar em nosso quarto; ela quer sair. Então, abrimos a janela e a deixamos sair.

    3. Retribuir a Bondade Dos que Nos Ajudaram

    É importante apreciar o trabalho de todos os que fazem o mundo funcionar e tentar ajudar os que já fizeram tanto por nós, como os nossos pais. Mas temos que fazer isso com um sentimento sincero de gratidão, e não por culpa ou obrigação.

    4. Reconfortar e Proteger os que Têm Medo

    Precisamos tentar ao máximo confortar as pessoas e animais que estiverem assustados. Se alguém precisar ir a um lugar perigoso, onde possa se machucar, lhe oferecemos nossa companhia e proteção. Aos refugiados que escaparam de um passado violento, damos segurança e lhes ajudamos a se estabelecer. Os que ficaram traumatizados pela guerra ou por alguma forma de abuso precisam de compreensão especial e ajuda para curar suas feridas emocionais.

    5. Consolar os Que Estão Tomados Pelo Luto

    Quando as pessoas estão em luto por conta de um divórcio ou da perda de um ente querido, tentamos lhes consolar de uma forma compassiva. Nunca devemos tratá-los com pena, “Ah, coitadinho!” Ao invés disso, devemos nos colocar no lugar deles e compartilhar de sua dor.

    6. Dar Ajuda Material Aos Pobres

    É importante doar para instituições de caridade, mas também é importante doar para os mendigos que encontramos nas ruas. Temos que superar qualquer resistência que tenhamos, especialmente quando os mendigos parecerem sujos e repugnantes e não quisermos nem mesmo olhar para eles, muito menos sorrir ou tratá-los com respeito. Imaginem se aquela pessoa vivendo nas ruas fosse a nossa mãe ou o nosso filho: como poderíamos passar por ela com frieza, como se ela fosse uma pilha de lixo?

    7. Introduzir o Dharma os que São Apegados a Nós

    Também precisamos trabalhar para ajudar aqueles que querem estar conosco o tempo inteiro. Não queremos que fiquem dependentes. Se tiverem uma conexão kármica muito forte conosco, podemos tentar ajudá-los ensinando alguns métodos budistas básicos para alcançar a felicidade e ajudar os outros, mas apenas se demonstrarem interesse. Não queremos converter as pessoas, queremos apenas lhes proporcionar ajuda e conselhos. Assim, podemos fazer com que nosso relacionamento com elas seja mais significativo.

    8. Ajudar os Outros de Acordo com Aquilo que Desejam

    Devemos tentar ajudar os outros de acordo com suas preferências. Se alguém nos pedir para ensinar uma determinada coisa e formos capazes de ensinar, devemos tentar fazê-lo da melhor maneira possível, mesmo que ensinar não seja aquilo que mais gostamos de fazer. É como quando vamos a um restaurante com um amigo. Seria egoísmo e falta de consideração insistir para que todas as vezes pedíssemos nosso prato favorito. Às vezes também podemos comer o que o outro gosta. Em um relacionamento afetivo também precisamos achar um meio-termo entre aquilo que queremos e o que o outro quer. Não tem que ser sempre como a gente quer.

    9. Encorajar os Que Levam uma Vida Integra

    Podemos ajudar elogiando as pessoas que levam uma vida íntegra, que seguem um caminho positivo e estão fazendo um bom trabalho. Para pessoas com baixa autoestima, o elogio é especialmente importante. No caso de pessoas que têm boas qualidade mas são arrogantes, podemos elogiá-las para os outros, mas não na sua frente, para não deixá-las ainda mais arrogantes. Podemos encorajá-las a usar de suas habilidades para beneficiar os outros, mas também apontar seus erros, para ajudá-las a ter menos orgulho.

    10. Ensinar Comportamentos Construtivos Para os Que Levam Vidas Destrutivas

    Se encontrarmos pessoas que levam vidas muito destrutivas e negativas, não devemos nunca as repudiar, rejeitar ou condenar. Ao invés de julgá-las, devemos tentar mostrá-las maneiras de superar o comportamento negativo, se elas estiverem abertas a isso.

    11. Quando Todo o Resto Falhar, Usar Nossas Habilidades

    Alguns de nós têm habilidades extraordinárias. Pode ser que sejamos experts em artes marciais mas não façamos alarde em relação a isso. No entanto, se virmos alguém sendo atacado, pode ser que tenhamos que usar o nosso treinamento para subjugar o atacante, caso não haja outra maneira de pará-lo.

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    #134 – Prática Para Amar A Si Mesmo E Aos Outros

    #134 – Prática Para Amar A Si Mesmo E Aos Outros

     
     
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    Prática de amor Metta

    Que eu possa ser feliz e que eu encontre as causas da felicidade
    Que eu possa permanecer livre do sofrimento e de das suas causas sofrimento
    Que eu possa nunca me separar da autêntica felicidade
    Que eu possa permanecer em um estado de igualdade, livre do apego e da aversão

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    #133 – Como amar sem ter apego?

    #133 – Como amar sem ter apego?

     
     
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    Passos para superar o apego no amor

    Por Venerável Robina Courtin

    Esse apego é a fonte de todas as outras nossas emoções infelizes. Porque ele está desesperado para conseguir o que quer, no minuto em que não consegue – o momento em que ele não liga ou chega em casa tarde, ou olha para outra pessoa – o pânico surge e imediatamente se transforma em raiva e, e em seguida, em ciúme ou baixa auto-estima, ou em qualquer um de nossos velhos hábitos que costumamos manifestar. Na verdade, a raiva é a reação quando o apego não consegue o que quer. Todos esses pressupostos estão enraizados tão profundamente dentro de nós, e nós acreditamos totalmente nessas histórias, que parece ridículo mesmo questioná-las. Mas precisamos. E a única maneira que podemos fazer isso, é conhecendo nossas próprias mentes e sentimentos: em outras palavras, é preciso aprender a ser nossos próprios terapeutas.

    O fato é que o apego, a raiva, o ciúme e qualquer outra emoção aflitiva não estão gravadas em pedra; eles são velhos hábitos, e sabemos que podemos muda-los. O primeiro passo é ter a certeza de que, conhecendo bem nossas próprias mentes, podemos aprender a distinguir as várias emoções dentro de nós e, gradualmente, aprender a mudá-las. O primeiro desafio envolve realmente acreditar que você pode fazer isso. E isso apenas, já é algo enorme – sem essa confiança, estamos presos e empacados.

    A próxima etapa é dar um passo para trás de toda a conversa sem fim em nossas mentes. Uma maneira muito simples de fazer isso – é tão básico que é chato! – é, apenas alguns minutos todas as manhãs, antes de começarmos o nosso dia, se sentar e focar em algo. A respiração é um bom começo. Não é nada de especial; não há nenhum truque; não é algo místico. É uma técnica psicológica prática. Com determinação você pode decidir ter atenção plena na respiração – na sensação em suas narinas enquanto você inspira e expira. No momento em que sua mente divagar, traga seu foco de volta para a respiração. O objetivo não é fazer os pensamentos irem embora; mas não se envolver com eles, e aprender a deixá-los ir e vir.

    O resultado a longo prazo de uma técnica como esta é uma mente super focada, e isso vai levar tempo. Mas o benefício quase imediato será que, à medida que experimentamos dar um passo para trás de todas as histórias em nossa cabeça, nós começaremos a ser objetivos sobre essas histórias e lentamente começamos a desvendar, desconstruir e, eventualmente, mudá-las. Diz-se que um dos sinais que estamos indo bem na prática é ter a impressão que estamos cada vez pior! Mas nós não estamos. Estamos começando a ouvir as histórias de forma mais clara, ai então é que podemos começar a mudá-las.

    “No nível mais fundamental, o apego é esse sentimento de carência dentro de nós; aquela crença que de alguma forma “Eu não sou o suficiente” – Venerável Robina Courtin

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    #132 – Perguntas & Respostas

    #132 – Perguntas & Respostas

     
     
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    Perguntas & Respostas

    Nesse episódio respondo as seguintes perguntas.

    Pergunta 1: 

    Como posso me tornar budista?

    Pergunta 2:

    Como iniciar minha jornada no budismo? Dar exemplo próprio.

    Pergunta 3:

    O budismo acredita em espíritos?

    Pergunta 4:

    O budismo é considerado um religião ou uma filosofia de vida?

    Pergunta 5:

    Como se manter motivado perante as adversidades?

    Pergunta 6:

    Existe conversão no budismo?

    Pergunta 7:

    Existe alguma alimentação específica que melhore as práticas de meditação?

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    #131 – Como Desenvolver Compaixão

    #131 – Como Desenvolver Compaixão

     
     
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    Meditação da Compaixão

    O treino para desenvolver compaixão é feito em estágios. Primeiro focamos nos sofrimentos daqueles de quem gostamos, depois daqueles em relação a quem somos neutros, depois daqueles de quem não gostamos. Por fim, focamos no sofrimento de todos os seres, em todo os lugares, igualmente.

    Em cada estágio geramos três sentimentos:

    • Como seria maravilhoso se eles estivessem livres do sofrimento e suas causas
    • Que eles se livrem; eu gostaria que estivessem livres.
    • Que eu possa ajudar a libertá-los.

    Portanto, a compaixão contém o desejo de ajudar os outros a se libertar de seus problemas e ir além de sua infelicidade. Ela confia que os problemas podem ser resolvidos por métodos realistas e que nenhuma situação está além da esperança. Então, a compaixão no budismo é um estado ativo da mente, que está preparada para entrar em ação a qualquer momento para o benefício dos outros seres.