Procurando um caminho

Procurando um caminho


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Quero compartilhar algumas ideias com aqueles que estão “procurando um caminho”.

Cada pessoa encontra sua maneira de melhorar como indivíduo e eu posso dizer que encontrei um jeito que está funcionando pra mim. Após algum tempo quebrando a cara e correndo atrás de sonhos que lá na frente percebi não valerem a pena, principalmente os que dizem respeito a coisas materiais, acabei descobrindo que precisava encontrar um caminho.

Criei uma pequena lista com alguns pontos interessantes que me ajudaram a encontrar o meu próprio caminho. Espero que algum deles possa te ajudar também.

Busquei um caminho espiritual

O ponto aqui não é a tradição espiritual “A” ou “B”, mas seguir algo mais elevado, que te faça bem. A melhor tradição espiritual é aquela onde você se sente à vontade, feliz e que faça sentido pra você. Acredito que todas as tradições espirituais são excelentes e convergem para o mesmo ponto: superação dos próprios obstáculos, bondade, amor e compaixão. Para mim a tradição que fez mais sentido foi o Budismo Tibetano.

Aprendi a ser mais auto reflexivo

Pensar em como você se comporta no dia-a-dia é muito importante, pois você começa a se dar conta do que está fazendo e para onde está indo com suas atitudes e sonhos. Quando comecei a refletir mais, isso me ajudou a perdoar as outras pessoas e a me perdoar também e, o mais interessante: ao perceber o que eu estava fazendo e pensando, fui me libertando de alguns condicionamentos e negatividades, justamente por entender como e quando eles surgiam na minha mente, já que eu passei a olhar para dentro, e não fora.

Simplifiquei a vida

Esse ponto foi bem interessante, pois percebi que quanto mais “coisas” temos, mais responsabilidade e menos liberdade possuímos. Já doei coisas que não uso mais, estou tentando consumir menos e, consequentemente, tenho menos preocupações. Ao invés de querer ser mais organizado, por que a gente não aprende a ter menos? Este é um processo lento, pois demanda disciplina e paciência.

Mudei a postura de “carente” para a de “trazer benefício as pessoas”

Eu já fui muito carente, me achava um coitadinho e sempre pensava que eram os outros que precisavam me convidar para fazer alguma coisa ou que deveriam me fazer feliz e o resultado disso é que ninguém quer por perto alguém que apenas “quer”, mas não faz por merecer. Depois de ler um artigo no blog “Não2 Não1”, do meu amigo Gustavo Gitti, titulado “Oferecer” (recomendo a vocês que o leiam), minha visão realmente mudou sobre este tema, a carência. Podemos até pensar que não somos carentes, mas em certo nível todo mundo é carente em relação a algo. Isso não diz respeito apenas aos relacionamentos, mas também quanto a “coisas”, percepções e sentimentos. Então, a questão é parar de ser carente e oferecer mais para as outras pessoas. Afinal, sempre temos algo a oferecer.

Resumo:

  1. Busquei um caminho espiritual que fez sentido pra mim
  2. Aprendi a ser mais auto reflexivo
  3. Simplifiquei a vida
  4. Mudei a postura de “carente” para a de “trazer benefício as pessoas”

Espero que minha experiência possa te ajudar de alguma maneira.

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