Oito Versos que Transformam a Mente

Oito Versos que Transformam a Mente


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“Texto composto por Geshe Langri Tangda. Extraído de “The Union of Bliss and Emptiness”, de autoria de Sua Santidade o XIV Dalai Lama. Este texto foi introduzido no dia 27 de Abril de 2006 por Sua Santidade o XIV Dalai Lama no Templo Zu Lai em Cotia/SP. Sua Santidade mesmo salientou que lê este texto todos os dias e recebeu esta transmissão do comentário de Kyabje Trijang Rinpoche. Lembrou ainda que deveríamos ler Lojong Tsigyema todos os dias e, assim, incrementarmos nossa prática do ideal do bodisatva.”

  1. Com a determinação de alcançar
    O bem supremo em benefício de todos os seres sencientes,
    Mais preciosos do que uma jóia mágica que realiza desejos,
    Vou aprender a prezá-los e estimá-los no mais alto grau.
  2. Sempre que estiver na companhia de outras pessoas, vou aprender
    A pensar em minha pessoa como a mais insignificante dentre elas,
    E, com todo respeito, considerá-las supremas,
    Do fundo do meu coração.
  3. Em todos os meus atos, vou aprender a examinar a minha mente
    E, sempre que surgir uma emoção negativa,
    Pondo em risco a mim mesmo e aos outros,
    Vou, com firmeza, enfrentá-la e evitá-la.
  4. Vou prezar os seres que têm natureza perversa
    E aqueles sobre os quais pesam fortes negatividades e sofrimentos,
    Como se eu tivesse encontrado um tesouro precioso,
    Muito difícil de achar.
  5. Quando os outros, por inveja, maltratarem a minha pessoa,
    Ou a insultarem e caluniarem,
    Vou aprender a aceitar a derrota,
    E a eles oferecer a vitória.
  6. Quando alguém a quem ajudei com grande esperança
    Magoar ou ferir a minha pessoa, mesmo sem motivo,
    Vou aprender a ver essa outra pessoa
    Como um excelente guia espiritual.
  7. Em suma, vou aprender a oferecer a todos, sem exceção,
    Toda a ajuda e felicidade, por meios diretos e indiretos,
    E a tomar sobre mim, em sigilo,
    Todos os males e sofrimentos daqueles que foram minhas mães.
  8. Vou aprender a manter estas práticas
    Isentas das máculas das oito preocupações mundanas*,
    E, ao compreender todos os fenômenos como ilusórios,
    Serei libertado da escravidão do apego.

*As oito preocupações mundanas são:

  • Gostar de ser elogiado / Não gostar de ser criticado
  • Gostar de ser feliz / Não gostar de ser infeliz
  • Gostar de ganhar / Não gostar de perder
  • Desejar ser famoso / Não gostar de ser ignorado

Link com texto comentado por S.S. o Dalai Lama: Oito Versos que Transformam a Mente

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104 Comments

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  1. 1
    joao vaz

    Leo parabéns pela iniciativa do blog e da fan page. Passei por algumas dificuldades e aproveitei para aprofundar o estudo sobre o budismo. Seu site tem me ajudado bastante! É muito bom sempre ao abrir o facebook ter uma palavra que lembre do caminho. Muito obrigado.

  2. 5
    fernando de souza martins

    Eu realmente não entendo pq devo me sentir insignificante e considerar os outros supremos, eu acredito que a verdade é o maior guia e se vc tem um valor, advinha? Vc tem, pq se sentir insignificante, então?

    • 6
      Rian

      Acredito que não compreendeu corretamente o sentido de “insignificante” do texto. A ideia está em olhar para os outros como sendo o que existe de mais valioso em seu mundo, e desta forma compreenderá que questionar sobre sua auto imagem não tem sentido e que é, portanto, um ser insignificante. Quando limita-se a olhar unicamente para o brilho dos olhos de seu semelhante, independente de quem ele for e do que faz, afasta toda preocupação que carrega consigo acerca de seu próprio eu. Desta forma, não deverá se ocupar sobre a tarefa de se libertar das preocupações mundanas, visto que estas vão naturalmente esvair-se. Ainda, acho interessante refletir sobre o seguinte: Esses versos são conselhos que resultariam numa realidade em que todos se sentiriam insignificantes perante o próximo, e ao próximo considerariam supremo. Seria esta uma sociedade ideal?

  3. 7
    gloria ines ramos de andrades

    sou seguidora de dai lama na medida do possivel e ja li muito sobre ele mais estes 8 itens e muito forte e realmente e para refletir continue publicando sim e a gente agradece

  4. 11
    Angela Maria Ribeiro Blankenheim

    Olá Leonardo! Sou professora de yoga e quanto mais ensino, mais aprendo, e quanto mais aprendo menos sei.
    Teus post são maravilhosos.
    Me sinto honrada de ser comtenporânea do Dalai Lama.
    Se sairmos da pequenez do Ego e conseguirmos ver os outros como Mestres que estão no nosso caminho para que apredamos as lições que devemos aprender nesta vida, então realmente devemos revenrenciar a todos como Supremos. Leva um tempo até conseguirmos enxergar isso.
    Abraços e obrigada.

  5. 14
    Susana Lima

    Parabéns pelo seu Blog.
    Mas não basta postar.!!!..e necessário esclarecer e ser ativo na compreensão dos ensinamentos…para que os mesmos cheguem até outros e possam contribuir efetivamente para sermos melhores em cada dia das nossas vidas!!
    Esclareça no seu entender o Fernando Sousa Martins,!!! e já agora…
    .no ensinamento 6. Quando alguém a quem ajudei com grande esperança
    Magoar ou ferir a minha pessoa,…… como é que eu posso ver como um Como um excelente guia espiritual ?????

    Agradecida

    • 15
      Leonardo Ota

      Olá, Susana! Obrigado por comentar.

      Se você deseja um esclarecimento, peço que procure um professor, pois o objetivo deste blog é compartilhar os ensinamentos e não esclarecê-los, até mesmo porque se eu der a minha interpretação, estarei fazendo baseado nos meus referenciais e pontos de vistas e só um professor poderá lhe explicar o ensinamento tal qual ele realmente é em sua essência. Cada um irá interpretar esse texto baseado no seu próprio mundo interno e segundo a posição da sua mente. Se você está operando sua mente a partir do reino dos infernos, você irá interpretar de uma maneira, se tiver com sua mente operando a partir do mundo dos seres carentes, sua interpretação será outra, estudo sobre os seis reinos.

      Não entendi a sua fala: Esclareça no seu entender o Fernando Sousa Martins,!!! e já agora…. Como assim, já agora? Não estou aqui para servir e esclarecer, mas para compartilhar. A interpretação fica por conta de cada um e o interesse por entender e se aprofundar também.

      • 16
        Nando

        Léo, gostei do seu blog…
        Achei apenas desnecessária essa última parte da sua resposta.
        As pessoas procuram seu blog para obter conhecimento, lucidez e, consequentemente, ser pessoas melhores.
        Elas utilizam os praticantes de determinada doutrina como paradigmas e, quando não encontram neles isso (o que é normal) elas se decepcionam e acabam deixando os ensinamentos de lado.
        Apenas uma dica.

        • 17
          Leonardo Ota

          Nando, tudo bem?

          Escrevi aquele trecho que tu achou desnecessário apenas para deixar algumas coisas claras por aqui. Eu sempre deixei bem claro o objetivo deste espaço. Eu sou apenas um praticante leigo e procuro postar conteúdo de mestres, citações, trechos de livros, justamente para não passar pelo meu filtro, pois sou falho, não sou um buda e irei decepcionar muito, sempre. Eu só acho estranho a maneira como a Susana Lima escreveu pra mim e deixei as coisas um pouco esclarecidas. Por mais que eu esteja postando e tentando cuidar de tudo por aqui, eu irei errar, pois sou apenas um praticante iniciante com a vontade de compartilhar o que estudo. Não leve a mal. Um abraço e muito obrigado por comentar e me dar essa dica.

    • 18
      Patrícia

      Susana, quando alguém traz sofrimento para a minha vida, traz também a oportunidade de me fazer evoluir espiritualmente, através do próprio sofrimento. Por isso essa pessoa é meu “guia”. Aquele que me faz sofrer é o mesmo que me dá a chance de despertar para o perdão, a aceitação, a compaixão e o amor. Se eu odeio alguém que me magoou, serei obrigado a viver com o ódio, o rancor, a guerra, dentro de mim. Mas se me comprometo com o perdão, então viverei com o amor, a compaixão, a paz, a gratidão. É uma escolha minha.

      “O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós”.

      Acho q é por aí… mas posso estar errada também… afinal sou NADA!

  6. 19
    Suely Maria

    Ah, q dificil, Leo! Mas estou determinada a ler todos os dias e tentar, humildemente, mudar minha mente. Obrigada por compartilhar tanta sabedoria e, assim, nos dar a oportunidade de sermos menos mediocres diante nos mesmo. Abraços.

  7. 20
    maria jose

    oi Leo,
    a vida é assim mesmo eterno aprendizado. Li outro dia alguém ilustre falando que “nada temos que aprender com um fracassado do qual devemos manter distancia” nao resisti, joguei todo meu repudio e depois fui ver no wik quem era o cara…. se tivesse visto antes não falaria o que falei, mas deixei ficar assim mesmo o tal é professor doutor inclusive de universidade do exterior , aquela famosa… que começa com … sei lá acho que H, mas tomei as dores do fracassado! Todos nos fracassamos em alguma coisa e vencemos em outras, mas nem porisso temos que ter qualquer um dos carimbos! \E aí cabe uma nova reflexão até Platonica: o fracassado é infeliz? O vitorioso é feliz? depende… tudo é reçlativo, se voce conseguiu seu sucesso tendo que sacrificar seus semelhantes que felicidade haverá nisso? Voce será um eterno infeliuz porque vai repudiar a si mesmo, terá asco de si, nojo e desejo até de autosacrificio se definhando e se punindo, não é assim? Sei lá… estou filosofando! Gosto de fazer estes exercicios, me levam ás vezes a me compreender e me aceitar e aceitar os outros! desculpe p entusiasmo!abraçao

  8. 22
    susana Lima

    Caro Leonardo,

    Obrigada pelos seus esclarecimentos, não tive qualquer intenção de provocar qualquer tipo de agressividade que acabou de revelar na sua resposta ao meu comentário.
    Pensava que este espaço além da partilha de textos, seria também um ponto de partida para reflexão e discussão dos mesmos,com vista a um melhor conhecimento de nós proprios e dos outros como forma de evolução, por isso pedi-lhe esclarecimento para os ensinamentos, nada mais !!
    Peço desculpa se realmente lhe causei algum desconforto com o meu comentário, mas não era minha intenção.
    Ficarei sempre atenta a mais post seus, e vou aceitar a sua sugestão e procurar um professor.
    Agradecida

  9. 24
    Cristina D

    « Para um praticante espiritual, os inimigos têm um papel crucial.No meu entender, a compaixão é a essência de uma vida espiritual. Afim de ser plenamente recompensado pela prática do amor e da compaixão, o treinamento da paciência e da tolerância é indispensável. Não há coragem alguma que se assemelhe à da paciência, como também não há desconforto pior que o da raiva. Em consequência, nossos esforços devem ser todos empenhados não para morrer de raiva contra nosso inimigo, mas para revigorar nossa prática da paciência e da tolerância ». Dalai Lama

    Aprecio muito o Dalai Lama seus ensinamentos e seus exemplos mas não vejo eficácia no mundo ocidental. Cada uma das verdades ditas por êle são facilmente aplicáveis entre sêres que tem poucas preocupações cotidianas ou sêres de um nível superior que já compreendem os efeitos do amor ao próximo.
    Essa leveza e refinamento de sentimentos em certas sociedades mais primitivas (como a nossa) produzem muito tardiamente ou nunca, os efeitos esperados.
    Acredito na ação como meio de melhorar o ambiente em que vivo e a teia humana a qual pertenço. Acreditar na paciência como atributo da coragem é generalizador e o limite entre a justiça e a compaixão podem não ser bem compreendidos.
    Parabéns pelo blog, e pela oportunidade de reflexão que vai proporcionar aos que por êle passarem !

  10. 25
    Silvina

    Querido Leonardo, grata por partilhar estes textos maravilhosos, repletos de lições de vida os quais lemos com a esperança de os conseguir por emprática.
    Sabe bem saber que não estamos sós neste caminho, o próprio Dalai Lama afirma não ser perfeito, logo, como o poderiamos ser nós?
    Bem haja!

  11. 26
    Joel

    Leonardo, com licença de dar uma luz a nossa amiga Susana lima. Esclarecendo o verso 6. Ajudar alguém com esperança ta errado. Não deixe sua mão direita saber oque a esquerda deu. De graça recebeu de graça dai. etc… Quem se fere é o ego. Então essa pessoa realmente é um mestre porque esta mostrando a vc que ainda tem ego. Tbém sou estudante. Posso ter cometido erro na minha interpretação. Mas quem não erra é porque não faz.

  12. 28
    José Rodrigo

    Boa noite. Gostei muito dessa postagem! Também achei um grande desafio por em prática, um vez que é justamente o contrário que aprendemos em nosso sociedade. Mas tenho grande desejo de compreender essas práticas e aplicá-las.
    Um abraço,
    José Rodrigo

  13. 29
    Luciane

    Olá Leo primeiro dia de 2013, aqui estou em sintonia com o seu Blog, que não foi por acaso que o achei!Muito gostoso de ler! Parabéns bom ano, boas novas!

  14. 32
    Pedro Silva

    Leo, descobri hoje este blog e estou bastante entusiasmado com aquilo a que te propuseste. Também eu comecei a meditar há pouco tempo (5 meses) e posso dizer que me sinto uma pessoa mais calma e instrospetiva. Antigamente era tal e qual como te descreves.
    Gostei particularmente deste post acerca dos 8 versos. Vou ficar atento a novos textos e ensinamentos pois subscrevi as feeds RSS.

    Um forte abraço do outro lado do Atlântico :)

  15. 36
    Fernando Nobrega

    Boa tarde Leo, muito bacana seu blog, aliás, só li esse post por enquanto, hoje completo uma semana que venho lendo o mesmo post todos os dias e já sinto grandes diferenças em alguns dos versos citados, claro que é MUITO difícil aplicá-los, até porque não nos concetramos 24 hrs por dia, e as vezes nossa profissão, ou nosso companheiro de residência, nos fazem ter que agir de outra maneira, porém você começa a criar um método, uma maneira agradável de se fazer tudo, e a verdade nos sentimentos traz muito mas clareza nos nossos atos… Tentando MUITO leigamente dizer o que entendo pelo 6° ensinamento, creio que a pessoa que nos magoa, serve SIM e MUITO como um guia espiritual, pois é vendo os erros desumanos que evoluímos, e assim passamos leveza de espírito tanto pra nós quanto ao ofensor, onde não pode é um processo imediato, mas sim sendo perceptível em cada situação vivida com o mesmo. Creio que o 6° ensinamento é um processo de longa duração.
    Bom, de qualquer maneira, vou começar a ler outros posts Leo, meus parabéns pela força de vontade.. abraços.

  16. 38
    Julival Jr

    Uma pequena observação sobre a questão: “Vou, com firmeza, enfrentá-la e evitá-la”. Tenho em mente a pratica “Ahimsa”. Não violẽncia do físico e mental. Quando mais praticamos a violência, mesmo contra nossos pensamentos, mais forte teremos de volta. Da mesma forma que o pensamento vem, “do nada”, eles vao embora “do nada”. Eu acredito que forçar a saida de um pensamento negativo, tornará-lo mais forte.

  17. 41
    Marta Santos

    Tenho uma questão “existencial”, sobre o ponto 8.

    Nomeadamente sobre o a preocupação de “Gostar de ser feliz”, se tenho de isentar as minhas práticas das 8 preocupações mundanas, porque é que tenho de oferecer toda a ajuda e felicidade a todos? Acho que não me devia ser “proibido” de sentir felicidade sabendo que consegui ajudar a alcançar a felicidade e bem estar do próximo. Sinto-me triste quando vejo algo de errado e que não tenho meios de mudar determinada situação para que outros possam viver em harmonia e amor, e o contrário também me acontece quando me foi possível proporcionar algo de bom a outros. Agora revogar o direito de gostar de estar feliz, tendo de fazer os outros felizes, não percebo o sentido disso…

    O que quero dizer é que, o gesto mais simples de por exemplo afagar a cabeça de alguém que chora por que motivo fôr, e ver que a pessoa num instante nos olha e transmite agradecimento sem qualquer troca de palavras, e inconscientemente desenhamos um sorriso como que a dizer “vai correr tudo bem”, já é de certa forma uma sensação de felicidade para nós mesmos por sabermos que estamos nesse momento a ser o maior apoio dessa pessoa. Gostamos, sem pensar sequer no assunto, dessa sensação, não é verdade? Pelo menos eu sinto isso… Uma felicidade por estar do lado daquela pessoa quando mais precisa…

  18. 42
    Nathalia

    Adorei o site.. É simplesmente uma fonte de sabedoria e diretrizes. Não pare com as mensagens, pois elas fazem um bem indescritível aos leitores. Seguir o Budismo de forma suprema não é fácil no mundo em que vivemos e no cotidiano que enfrentamos, mas creio que se toda a manhã, antes de começar o dia, lermos uma das lindas mensagens que você posta e tentarmos aplicá-las aos poucos na nossa visão de mundo, com certeza as coisas seriam melhores e teriam mais sentido. O Budismo nos leva à nossa essência da forma mais sábia possível. E o fato de pessoas como você compartilhar toda essa sabedoria é de fato, muito inspirador. Se puder, não perca esse hábito! Obrigada!

  19. 43
    Tainah de Haro

    Bom dia.
    Gostaria de parabenizá-lo Leonardo, seu blog tem me servido de grande inspiração. Procuro ler seus textos entre outros relacionados ao budismo todos os dias antes de começar as minhas tarefas, para abrir minha mente e ter uma dia mais agradável pra mim e para todos ao meu redor.
    Muito Obrigada.

  20. 50
    Giselle

    Gosto muito do seu blog, vc posta dizeres muito importantes. É muito bom entrar no Face e encontrar o seu Blog. Parabéns. Se puder vc postaria mais material falando sobre o caminho do meio. Obrigada Léo.

  21. 52
    Maria Luiza Villela

    Maravilhoso! Saber da nossa insignificância perante o mundo, já é meio caminho andado. Ainda não consigo ser assim mas tento todos os dias.

    • 58
      Leonardo Ota

      Fabricio, depende da sua perspectiva. A motivação de pedir que as pessoas comentem está mais voltada ao fato de querer que todos aqui compartilhem suas experiências e opiniões do que eu querer elogios.

      Sempre que alguém vem me agradecer referente ao blog, eu digo que não tenho mérito nenhum nessa história, pois o mérito são todos dos mestres que por um longo tempo treinaram e compartilharam sua sabedoria até chegar a nós. Sou apenas “secretário” deles, uma simples ponte que entrega o conteúdo para as pessoas.

      Um abraço e obrigado pelo comentário!

  22. 61
    Fátima Ramos

    Descobri o teu blog quase por “acaso”, mas nada é por acaso!!! Neste momento, do que li, nos comentários, o que fez mais sentido para mim foi esta frase, escrita por alguém, que passo a citar:

    “Aquele que me faz sofrer é o mesmo que me dá a chance de despertar para o perdão, a aceitação, a compaixão e o amor. Se eu odeio alguém que me magoou, serei obrigado a viver com o ódio, o rancor, a guerra, dentro de mim. Mas se me comprometo com o perdão, então viverei com o amor, a compaixão, a paz, a gratidão. É uma escolha minha.”

    Namasté.

    Fátima

  23. 62
    somalia

    Parabéns por esse blog! Muito legal a iniciativa. Estamos na mesma busca para nos tornarmos seres melhores e contribuirmos para uma convivência mais harmoniosa com o mundo, a natureza, as pessoas. O mais importante todos nós estamos fazendo, buscar um bom caminho. Um afetuoso abraço.

  24. 63
    vinicius

    Sou muito grato por ter conhecido este blog. Ele me enriquece a cada nova postagem. Espero que não pare com seu trabalho de nos trazer cada vez mais informações essenciais acerca não só do budismo, mas da passagem saudável do ser humano pelo mundo, Leonardo, muito obrigado. Namastê.

  25. 66
    jose alves de souza

    parabéns Leo pelo blog , os oito versos que transformam a mente é a mais bela forma de orar, meditar, filosofar, como queiram. difícil de atingir, mas obrigatório de praticar todos os dias. Interdependência, impermanência e compaixão, são o tripé de sustentação de evolução pessoal de qualquer ser humano. grande abraço. jose alves.

  26. 70
    Yan mateus

    Sou novo no budismo, me encontrei nessa filosofia e não quero sair. Estou enfrentando grandes problemas na família por ser tão jovem e não estar seguindo os passos da família que de um lado é católica (praticante) e do outro protestantes (não praticante). Textos como esse só me impulsiona a ir mais fundo no budismo. Aprendo e aprendi muito aqui no blog!

  27. 71
    Rafael k

    Olá, acompanho todas as mensagens publicadas e quero dizer-te que sou grato, há dois anos venho praticando meditação e a poucos meses estudando a filosofia budista, me identifico bastante com a introdução dos versos acima, abraço!

  28. 74
    Paula

    Fico pensando em como estamos distantes da santidade. O budismo nos ensina o que o cotidiano nos mostra o contrário, todos os dias.
    Ainda bem que temos estes ensinamentos, como os ensinamentos de Jesus, que podem nos levar ao caminho certo. Basta querermos, nos esforçando, meditando e nos desapegando.
    Obrigada

  29. 77
    Deborah morato

    Exercitar esses ensinamentos é tarefa difícil… Ter paciência para aprender é difícil. Mas, simplesmente ter vontade e dar o primeiro passo para começar tais mudanças já é ousar mudar. Quero muito receber as mensagens! Obrigada

  30. 78
    Luís Galdino

    Obrigado Leonardo! Foi o blog que me incentivou a ir atrás de um centro na minha cidade e felizmente encontrei, que você recebe todo esse dharma, forte abraço!

  31. 79
    Camila

    Muito obrigada pelas palavras de sabedoria e compaixão que sempre encontro aqui, me conforta com uma paz e gratidão que não sei explicar. Muito inspirador e modificador de comportamentos seu blog. Por favor, continue com o excelente trabalho!!
    Namastê _/_
    Camila

  32. 80
    Gabriel Farias

    Amigo Leonardo,
    Apesar de sermos de vertentes diferentes do Budismo, eu sempre leio suas postagens e gosto muito delas. Defendo que o conhecimento tem que ser transmitido, absorvido e refletido, para que possa nos ajudar na construção e evolução da sabedoria. Eu gostaria de continuar lendo mais sobre isso… Fico imensamente agradecido e apaziguado de terminar o dia com essas palavras.
    Grande abraço!

  33. 88
    Daniela Lara

    As vezes sinto que as pratico mesmo sem perceber, e em outros casos meu ego tende a rejeitar essas lições, a mente é mesmo complicada, e precisamos sempre estar alerta, para não cairmos nas suas armadilhas. Obrigada pela lição, vou passá-las para meus filhos e aqueles com quem convivo. Namastê.

  34. 95
    Adison

    Meu nome é Adison e muito obrigado pela iniciativa do blog. Sou kardecista, mas adoro os ensinamentos budistas. É uma pena que na região onde moro (Contagem) nao tenha uma comunidade budista para eu ir e estudar mais. Mas seu blog é 10! Tem ajudado e muito a me compreender mais! Namastê!

  35. 97
    ADILSON LOPES

    A todos os queridos amigos do Blog,
    Nando, Marta Santos,

    A felicidade autêntica não pode ser “conquistada” e também não pode ser “adquirida” como um produto qualquer. Nada que venha do exterior – de “fora de si mesmo” pode nos dar o autêntico contentamento.

    Embora este parágrafo pareça não fazer qualquer sentido, considerando-se os parâmetros que nos guia em nossa sociedade consumista moderna, se meditarmos profundamente nestas palavras, compreenderemos que não poderia ser de outra forma.

    Quem busca a felicidade jamais poderá encontrá-la, pois a autêntica felicidade (perfeito contentamento, alegria e paz) é o que “fica” quando abandonamos todos os desejos que esperamos que nos façam felizes.

    A felicidade autêntica é a “natureza da Mente Pura” que está “atrás” (além) da mente condicionada por um “eu”. (Supraconsciência). Isto pode tornar-se um pouco mais “fácil” de aceitar, se nos dispusermos a ter uma pouco de “Fé” nos ensinamentos do Sakyamuni Buda. Se permitirmos, aos poucos, enquanto vamos tomando conhecimento dos ensinamentos, vamos adquirindo a Sabedoria através da “remoção” das barreiras impostas pela mente condicionada. Nós não nos iluminamos – apenas nos tornamos a própria Mente que sempre esteve Iluminada. (todos nós já temos a Natureza de Buda – só precisamos despertar para isto).
    Enquanto estivermos aprisionados pela mente condicionada estaremos sob a ilusão. Então, a mesma pessoa pela qual estamos “apaixonados” hoje, nos causará repulsa amanhã. E a alegria que desfrutamos quando, finalmente, após longo esforço, que nasce de uma grande conquista “pessoal” material ou intelectual, dura tanto quanto um risco na superfície da água, pois logo nos enfastia e nos vemos novamente “possuídos” por um desejo de “possuir” algo ainda maior.

    Por quê?

    Porque não somos nós (enquanto “eu”) quem possui os desejos, mas são os desejos que nos possuem. São os desejos e apegos que “criam” o “eu”.

    Observem que os ensinamentos do Buda não dizem que não devemos desfrutar das alegrias e prazeres naturais da existência, apenas dizem que não devemos nos deixar escravizar pelo desejo de desfrutá-las e possuí-las (apegos) e pelo “medo” e “pavor” de sermos privados (apartados) do conforto e do prazer (desejos). Em outras palavras: são justamente estes “apegos” e “desejos” que nos roubam a felicidade!

    O assunto é complexo e não é possível abordá-lo profundamente em poucas palavras, mas espero que o que dissemos possa contribuir para aproximar-nos da “compreensão” da Verdade. (embora a Verdade não possa ser “compreendida” pela mente condicionada!)

    Como também não sou um Buda perfeitamente iluminado, peço que me perdoem por possíveis incorreções em minhas palavras.

    Namastê!

  36. 99
    Natacha

    Se você não falaria dependendo de quem é a pessoa está julgando que as pessoas possam ser inferiores e superiores devido ao status de seus cargos, títulos e afins; não tomando todos como seres supremos, sendo assim não repudiaria nenhum ser e não só o professor doutor de Harvard. Porém concordo plenamente que tudo é relativo nessa vida, principalmente no que se diz respeito a sucesso/fracasso, felicidade/infelicidade…

  37. 102
    Nano

    Não desista Cristina D. O lugar e tempo ideais para praticar é agora onde você está. Foque na prática e naturalmente sua realidade à seguirá. Pode ser que a realidade mude com a velocidade de um canal de tv, mas tenha paciência e seja firme na prática. A realidade cederá, ela não tem escolha. Abs.

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