Não entre na fila

Não entre na fila


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Quando o nosso caminho espiritual começa a se mostrar diante de nós, sempre nos perguntamos: “O que preciso fazer para transformar a minha vida?”.

Esta é apenas uma das inúmeras dúvidas que afligem a condição humana e, provavelmente, foi um dos questionamentos que acometeu o príncipe Siddharta Gautama, o primeiro Buda que se tem notícia.

Além das tradicionais “Quem eu sou?”, “Para onde vamos?” e “De onde viemos?”, lá pelos idos de 560 a.C., a pauta do sofrimento sempre esteve nas cátedras do pensamento do jovem Siddharta.

Ele chegou à conclusão de que é a visão errônea da realidade à nossa volta – e também dentro de nós – a causa primeira do nosso sofrer.

Eis o grande ponto-chave para abrir uma porta a qual todos nós temos acesso: não há o que transformar. Esta é a resposta.

Se tudo é perfeito do jeito que é, não há porque “entrarmos na fila”, esperando a nossa vez ou um próximo passo para o que se deseja no exterior; para o que pensamos ser as “grandes transformações” em nossa vida. Esse passo (ou salto) deve se dar para o infinito interior.

Afinal, “todo ser tem a natureza de buda”, como disse Buda em um de seus ensinamentos, quando já não atendia mais pelo nome de Siddharta. Ele, enfim, não tinha mais nome. Ele era todas as coisas. O próprio coração das coisas. Ele era e é você.

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